Depois de levantar da água recordei. Desde Guarulhos, guardava las platas em minha doleira, deixando na carteira apenas valores menores. Lá estava Benjamin Franklin ensopado com a água gelada do Oceano Pacífico e, creio, nunca ele tivera tal oportunidade no Chile. Fui solidário.
Profº Victor Fernandes, de Língua Portuguesa e Inglesa. Apaixonado por escrever, procura escrever de um tudo, mas aqui deixa preferencialmente exposto contos, crônicas e relatos pessoais. Disposto a ouvir críticas e a crescer. Deus abençoe.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Viña del Mar (Parte II)
quinta-feira, 1 de março de 2012
Viña Del Mar (Parte I)
Ao fim daquela noite, fomos a uma lanchonete chilena onde as meninas se reabasteceram com "papas fritas". Eu, ainda alto, optei por um reabastecimento liquido e não me lembro de que tipo de suco. Mas, foi suco.
Acreditem, tenho uma de Viña inusitada! kkkkkk... esperem o próximo post.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
A Noite é uma criança (Parte III)
Ora, a tal chilena, entretanto, não estava sozinha. Com ela estava, e não esqueça que estou usando codinomes, a Doce. Doce sim foi uma companhia agradável. Pensem os senhores como bem pensarem, pois só não digo se houve ou não houve algo além de um papo porque a curiosidade é um mal não só aos gatos. Ficamos lá, até um leve cutucão de Loira me chamar: "vamos pra outra 'disco!'". E fui. Não sem me despedir de Doce.
Como sempre, não ficaria ali sem conhecer ninguém. Depois de rodar o lugar, me encontrei com ela: linda, loira, de olhos azuis e de uma voooz... Sim, há coisas que guardamos na memória não por capricho, mas por completa sedução dos sentidos. Repeti muitas vezes seu nome. Para vocês, Bela. Era colombiana e falava português. Inteligente. Simpática. E linda. Muito linda... Sem defeito? Não. Era simpática ao Palmeiras. Nem tudo é perfeito.
Bom... foi assim minha noite. No dia seguinte, meus amigos, eu conheci o Oceano Pacífico!
sábado, 4 de fevereiro de 2012
A noite é uma criança em Santiago (Parte II)
Desculpem não ter postado nesses dias. E não vou dar desculpa alguma, até porque não tenho. Esse calor de Guarulhos está me matando... Bom... bora saber como foi o fim da minha noite chilena?
Quem já saiu comigo sabe que eu não me contentaria com cerveja. Corona foi um aperitivo. Depois de ter bebido algo um pouco mais forte (não, não conto), comecei a ver aquele salão meio vazio se enchendo, mais e mais, e pude observar como os chilenos dançam. Ora, vocês me perguntam, que tipo de música toca lá? Eu estava numa balada, meus leitores, portanto não havia ali nenhuma música típica. Ouvimos remix de diversas músicas, locais e internacionais. Entre elas: "Ai se eu te pego" e "Chora, me liga". É... nem lá nos livramos das mesmas músicas. Mas o que me intrigou foi a dança.
Não, não era diferente daqui: dançavam como se dança música eletrônica. Mas os chilenos são muito mais animados que os brasileiros (estou me referindo ao gênero masculino do termo). E, acreditem, rebolam (não disse que bem) e procuram rebolar até o chão! E, por isso, eu fui desafiado por Linda e Loira a fazer o mesmo, se pudesse, melhor, a fim de representar nossa nação brasileira. E aceitei o desafio. Eu rebolei. Até o chão...
Depois disso, já era diversão. No andar superior de la disco, tomei um drink chamado Havana Sour, recomendadíssimo (!), por um barman que à Linda muito interessou. Ele fazia aquelas acrobacias que a mim pouco ou nada entusiasmam, mas enfim... Descemos.
E...
Amanhã eu termino. Mas já gostaria de adiantar que no próximo post falarei de algumas companhias que encontramos na noite de Santiago. Duas delas femininas. Hehe...
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
A noite é uma criança em Santiago (Parte I)
Como havia dito, jantamos em uma lanchonete (não consigo chamar aquilo de restaurante) chilena. Mas a sensação daquele jantar foi o Pisco Sour. Uma delícia. Fiz questão de trazer e ainda pretendo fazer mais.
Gostaria que vocês me desculpassem uma escolha. Não é que o que fiz e que o que fizeram em minha companhia fosse errado, mas não podemos tratar da vida íntima de qualquer pessoa de qualquer modo. O blog não deve criar complicações. Pra quem quer que seja. Por isso, inventei uns apelidos que definem as minhas companhias desse dia. Ou melhor, dessa noite.
No final das contas achamos o lugar. Meu primeiro drink (não repitam isso, crianças) foi uma cerveja mexicana. Me deram a garrafinha com um pedaço de limão na boca (da garrafa...). Não entendi e me virei para as meninas que, simplesmente, empurraram o limão para dentro. Já gostei dali. De resto... bom... o resto eu conto amanhã.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Um dia inusitado (Parte II)
Considerei o dia perdido... e já não era sem motivo. Perdi o Vale, a vinícola e as piscinas. O mais engraçado é que todas as minhas companhias até então saíram a conhecer coisas que eu não conheci. Fiquei só. Só?
Decidi correr mais uma vez pela cidade, até porque não tinha experimentado o sorvete deles - servido em umas bolas enooormes. E nessas andadas, encontrei um estabelecimento de portas escuras, nas quais estava escrita a proibição de entrada por menores de 18 anos. Uma coisa me ocorreu. Todos os quarteirões em Santiago têm pelo menos duas bancas de jornal. Nenhuma com revistas de qualidades. Nem pornô. Nenhuma revista pornô.
Lembrei da dica do Quintanilla! Lembra em "O mistério da simpatia chilena"? Entrei. Me saltaram aos olhos aquelas mulheres belíssimas - de rosto e corpo, diga-se -, em trajes íntimos, a andar de uma lado para o outro. Não entrei sem ser notado. Imediatamente, chamei a atenção de pelo menos três das garotas que serviam os rapazes. Mas, como é do meu costume quando entro em um lugar que me é novo, logo me dirigi ao balcão e me expliquei ao senhor que atendia. "Las niñas? No, no, no...".
Lembrei da dica do Quintanilla! Lembra em "O mistério da simpatia chilena"? Entrei. Me saltaram aos olhos aquelas mulheres belíssimas - de rosto e corpo, diga-se -, em trajes íntimos, a andar de uma lado para o outro. Não entrei sem ser notado. Imediatamente, chamei a atenção de pelo menos três das garotas que serviam os rapazes. Mas, como é do meu costume quando entro em um lugar que me é novo, logo me dirigi ao balcão e me expliquei ao senhor que atendia. "Las niñas? No, no, no...".
É, meu curioso leitor, las niñas no. Lá estavam apenas para servir o café. Sim. Ali era uma cafeteria e aquelas moças, garçonetes. O senhor me recomendou nem tocar em nenhuma delas, mas que não havia qualquer problema em marcar encontros fora do estabelecimento. Não me fiz satisfeito. Entrei em outro lugar similar. Pedi um suco e fui atendido por uma moça peruana (com beijinho no rosto e tudo). Conversamos um bocado. Ela me contou de sua vinda ao Chile e de seus planos - estudava para ser cabeleireira. Eu lhe falei da minha impressão do Chile e do meu humilde serviço nessa minha Terra Brasilis...
No final do dia, Maurício, João, Margarete e eu fomos a uma lanchonete chilena. E, finalmente, experimentamos o delicioso Pisco Sour!
Apesar dessa aventura inusitada, o dia não terminou...
sábado, 28 de janeiro de 2012
Um dia inusitado (Parte I)
Na Bella Vista, encontramos os melhores restaurantes e baladas de Santiago. Lá também está o Cerro de San Cristóbal. E lá fui eu subir a montanha outra vez. No alto do cerro se encontra La Virgen, uma espécie de Cristo Redentor menor. Para chegarmos lá existem dois caminhos: a estrada e uma especie de bondinho ou trem que eles chamam de funicular. Além da Virgem, há uma serie de outras coisas por la, entre elas duas piscinas... é realmente gigantesco o lugar. Tanto que me perdi. E, mais uma vez, perdi outro passeio: a uma vinícola.
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